terça-feira, 27 de maio de 2008


Mestre Kotoquinho e Sinara Rúbia no aquecimento para apresentação no Evento PÉ NA AFRICA em 30/04/08

segunda-feira, 5 de maio de 2008

Grupo Vozes da África no Evento Pé na África.



O Grupo Vozes da África participou do evento Pé na África que ocorreu na Universidade Castelo Branco, em Realengo.
Na primeira foto: crianças da escola que participaram da proposta de oficina.
Na segunda foto: Conforme Sinara contava uma história da Mitologia Africana, as crianças a encenavam.

quinta-feira, 10 de abril de 2008

Entrevista com Sinara Rubia sobre Identidade etnica


Entrevista com Sinara Rúbia sobre Identidade Étnica.
Confiram no site abaixo no módulo UMA VOZ NA MULTIDÃO.

segunda-feira, 7 de abril de 2008



Mestre Kotoquinho na contação da História da Princesa Alafiá em Venda Velha/São João de Meriti em 05/04/08

Sinara Rúbia na contação da História da Princesa Alafiá em Venda Velha/São João de Meriti em 05/04/08

sexta-feira, 4 de abril de 2008

Póxima participação do Grupo (Evento Pé na África)

O grupo cultural vozes da África participará do evento Pé na África, promovido pelo POJETO JONGO BANTO em 30 de abril de 2008, durante todo dia na Universidade Castelo Branco.Confiram a programação no site abaixo
http://www.jongobanto.com/festas_e_eventos.htm

quinta-feira, 3 de abril de 2008

Performance Poética TON OGBON

Por meio de uma sensível interpretação do poema “ Quero ser Tambor ”, de José Craveirina, a performance poética “Ton Ogbon é uma junção precisa entre a dramaticidade do poema com ritmos e ritos africanos. Os Yorubas, um dos muitos grupos étnicos que vieram para o Brasil para serem escravizados, usam a palavra Ton para diáspora, propagar, investigar, irradiar, instigar e Ogbon para significar arte, inteligência, sabedoria, perspicácia e invenção.
A resistência das etnias africanas que vieram para o Brasil se deu por conta dos Fatores que estão no significado dessas duas palavras(Ton Ogbon).Fatores esses que contribuíram para a formação da cultura afro brasileira, onde a inteligência de povos, que eram proibidos de exercerem seus hábitos culturais cotidianos, permitiu a criação uma cultura de raiz africana, fenômeno este que caracteriza uma Resistência Cultural.
Essas etnias não só contribuíram para a formação cultural do Brasil, sua presença no fator econômico do país, por conta de sua mão de obra escrava foi determinante para o desenvolvimento do país.
Partindo de um trabalho performático, onde o corpo do ator é o resultado de imagens internas e externas criados durante a pesquisa, a intenção da performance é interpretar o poema“Quero ser Tambor” para provocar uma reflexão a respeito desse doloroso processo de escravização e notadamente a resistência desses povos bem como o surgimento da cultura afro-brasileira.